Você está sabendo? · 20 de janeiro de 2026 · Andressa Cavalcante Paz e Silva

O que a ciência está descobrindo sobre fitoterápicos, ioga e outras práticas integrativas na saúde

Você sabia que práticas como ioga, meditação e auriculoterapia já têm respaldo científico para melhorar o sono, reduzir ansiedade, aliviar sintomas depressivos e até auxiliar no tratamento da dependência química?

Um estudo publicado esse mês em uma das maiores revistas científicas, Jama Network Open, mostrou que Ioga pode acelerar a recuperação da abstinência de opioides quando associada ao tratamento convencional.

Outro estudo publicado na revista Frontiers in Pharmacology identificou que fitoterápicos possuem evidências promissoras para o tratamento complementar de sintomas depressivos leves, desde que utilizados com orientação médica, devido aos possíveis efeitos adversos e interações medicamentosas.

A médica de família Andressa Cavalcante Paz (@andressapaz.medica), mestra em Ciências Ambientais, especialista em educação em saúde pela Fiocruz, com formação em Saúde Digital pela USP, utiliza fitoterapia e auriculoterapia, técnicas que vêm sendo cada vez mais estudadas e incorporadas aos serviços de saúde, inclusive no SUS, por apresentarem bom perfil de segurança e benefícios comprovados.

A auriculoterapia possui respaldo científico. Ensaio clínico randomizado conduzido no Brasil, publicado pela revista Jama Network Open, mostrou que a acupuntura auricular foi capaz de promover remissão de sintomas depressivos em 3 meses.

Já o mindfulness demonstrou reduzir estresse e Burnout em profissionais da saúde e melhorar o bem-estar emocional de estudantes de medicina, um grupo especialmente vulnerável ao adoecimento mental.

Segundo a médica de família Andressa Paz, essas práticas fazem sentido quando integradas ao cuidado cotidiano. “São ferramentas que fortalecem a autonomia do paciente e ampliam as possibilidades terapêuticas, sem substituir tratamentos convencionais”, afirma.


A matéria foi elaborada com o apoio de ferramentas de inteligência artificial para organização e redação inicial do texto, com curadoria, revisão técnica e validação final da autora.

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